O documento descreve o reinado de D. João V de Portugal, um monarca absoluto cujos lucros do comércio colonial permitiram grandes investimentos arquitetónicos e artísticos no estilo Barroco, como o Palácio Nacional de Mafra e o Aqueduto das Águas Livres. A corte real desfrutava de um estilo de vida opulento enquanto a maioria do povo vivia na pobreza. A Igreja Católica exercia grande influência através do Tribunal da Inquisição.